Time do Lyons Clube de Oriximiná - anos 1970.
Em pé: Valente, João Sebo, Edilberto, João Raimundo, Orlando, Ércio Bemergui, Edimar, Manoel José, Chiquinho, Ferrari, Abimar, Figueira, Eládio. 
Sentados: Vicente (Dentista), Zé Goiaba, Benjamim Harada, Eduardo (Rato), Osvaldo, Cabrocha, Renato, Zé Diniz, Terra Santa, Chico Urso e Pedro (da Dona Elma).

Construção do Colégio Santa Maria Goretti - Blog do Padre Sidney Canto

Blog do Padre Sidney Canto

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Trapiche Municipal

Círio Fluvial de Santo Antônio acontece neste domingo, em Oriximiná

Igreja Matriz de Oriximiná em fotografia da década de 1930, feita pelo fotógrafo santareno Apolônio Fona. Blog do Padre Sidney Canto

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Vista frontal da cidade de Oriximiná, ano de 1958. Blog do Padre Sidney Canto

Como não conseguimos identificar a maioria das residências, buscamos a ajuda do Sérgio Cavalcante Guerreiro, que tem uma memória privilegiada, e ele nos informou o que segue:

- A casa 1 era do Lulu Basílio, pai do Adelson. Nessa casa tio Gui teve uma loja. A casa 2, com 3 portas, duas eram a loja de uma senhora, cujo nome não lembro, e a porta mais à esquina era uma vendinha de refresco e merenda, do Chico Cordovil. A gente perguntava se tinha refresco de goiaba e ele respondia: “mas quando, só de peroba”. A casa 3 era do Sebastião Pinheiro, casado com a Simita, e pai de Zoé, Leda e Gimol. A casa 4 era do Sinamor. Tinha 3 largas portas marrons. As casa 5 e 6, não sei se estão na ordem certa, mas eram do Dadico e do Pedro Mileo.  Casa 7 do Brás Mileo e a 8 do João Paternostro. A 9 era uma mangueira, debaixo da qual ficava a barbearia do Chico Caratá. Tinha dois tipos de corte: com dor e sem dor. Com dor era com a máquina dele e sem dor era com a máquina emprestada do vizinho. Não consegui ver a casa do velho Parú, que espirrava aí em baixo e gente ouvia no largo da Igreja. Também não deu pra ver a farmácia do Velho Rocha, que diziam que media os pós com a unha.

- Quanto à época da foto, com certeza ela foi feita após a pavimentação da ladeira*, que era de terra e em degraus. Na foto dá para ver que ela está aplainada. Eu não sei em que ano a pavimentação aconteceu, só sei que foi após a minha saída no início de 1959.

Seria bom que outros oriximinaenses confirmassem as identificações feitas pelo Sérgio Guerreiro e até mesmo identificassem outras residências e, quem sabe, alguns dos barcos atracados no porto.

* mais tarde conhecida como ladeira da Torrefação.

Ainda sobre memória, vale à pena conferir o texto abaixo, de João Walter Farias Tavares, sobre os primeiros logradouros de Oriximiná.

 

As Primeiras Ruas de Oriximiná

Ate o fim de 1947, setenta anos após a fundação do povoado Urua Tapera, a estrutura urbana da cidade de Oriximiná era formada por quatro  ruas, nove travessas e dois praças.

As ruas eram: 15 de Novembro (acompanhando o prolongamento da margem do Rio Trombetas); Barão do Rio Branco; sete de Setembro e a Quarta rua, que aquela altura continuava sem denominação.

As travessas tinham estas denominações: Carlos Maria Teixeira; Alegria; Coronel Alexandre de Souza; Travessa da Usina; Santo Antonio; Padre Jose Nicolino de Souza; Travessa do Cemitério; Travessa do Grupo e Travessa Nova.

As duas praças se chamavam: São Sebastião e Praça da Bandeira. A Praça São Sebastião e hoje a Praça Santo Antonio, e a Praça da Bandeira não existe mais, ficava localizada na área onde atualmente está edificado o complexo do Banco do Brasil e as Agências da Telemar e Correios.

Em 1948, no governo do Prefeito Guilherme Imbiriba Guerreiro aconteceram as primeiras mudanças na denominação oficial das ruas e travessas existentes, dando origem aos nomes que existem hoje, como: a Rua 15 de Novembro passou a se chamar 24 de Dezembro; a Quarta rua, sem denominação, recebeu o nome de 15 de Novembro; a Travessa da Usina passou a ser Antonio de Souza Bentes; a Travessa Alegria mudou o nome para Coronel Jose Gabriel Guerreiro; a Travessa Coronel Alexandre de Souza passou a se chamar Senador Magalhães Barata; a Travessa Santo Antonio recebeu o nome de Antonio Bentes de Oliveira Guimarães; a Travessa Padre Jose Nicolino de Souza mudou para Jose Clementino de Figueiredo; a Travessa do Cemitério foi denominada de Martinho de Figueiredo Tavares; a Travessa do Grupo passou a ser Coronel Alexandre de Souza (esta travessa serve de ligação entre a Rua sete de Setembro e a Praça Santo Antonio); e a Travessa Nova recebeu o nome de Emidio Martins Ferreira. Nessa mesma época, a Praça São Sebastião teve seu nome mudado para Praça Santo Antonio. Já por volta de 1955, quando era Prefeito o Sr. Jose Antonio Picanço Diniz Filho, surgiram a Avenida Independência e a Travesso Dois de Junho, que depois passou a ser chamada de Cazuza Guerreiro. Foi também nesse ano que o cemitério público recebeu o nome de Nossa Senhora das Dores, conforme os termos da Lei n°425, de l4 de Novembro de 1955.

João Walter Tavares. In: Inventário Cultural, Social, Político e Econômico de Oriximiná. Prefeitura Municipal de Oriximiná, 2006.