Há muito acalentamos a idéia de criar uma página na web com conteúdo voltado para manter informados os conterrâneos oriximinaenses e amigos que se encontram distantes, bem como informar aqueles que moram em Oriximiná sobre acontecimentos relevantes que dizem respeito a nossa gente e a nossa terra, ocorridos particularmente em Belém, onde nos encontramos, mas também em Manaus, onde há uma numerosa colônia de oriximinaenses, e em outros lugares aos quais possamos ter acesso a informações.

Em verdade, ficamos “cuíras” por notícias de nossa terrinha e ainda nos causa certa frustração não dispormos de fontes atualizadas que nos mantenham informados sobre o que acontece na Princesa do Trombetas, pois, via de regra, parte de nossas raízes, ainda estão por lá fincadas. Surge, assim, a página www.espocabode.com.br, com uma referência óbvia ao apelido que nos foi dado por nossos vizinhos e irmãos obidenses, também conhecidos como chupa-osso.

Para mantermos a página atualizada contaremos com dois colaboradores permanentes em Oriximiná, Bruno Givoni e Leize Silva, mas será fundamental podermos contar com colaboradores eventuais que possam enviar noticias comentários, artigos, crônicas, imagens, etc.

Obviamente, todo material enviado para a página será avaliado por um jornalista, editor da página, que também fará o papel de moderador/censor, para corrigir erros gramaticais, de estrutura ou de digitação, e verificar se as matérias estão de acordo com as regras do veículo, principalmente no que se refere ao conteúdo, na medida em que conteúdos pornográficos ou impróprios para menores de 18 anos, ou contendo palavrões, downloads ilegais, incitação à violência, discriminação, racismo, política partidária, proselitismo religioso, não serão aceitos para publicação.

Iniciamos publicando, com autorização, textos de João Augusto de Oliveira dando sua versão para a origem do apelido espoca bode dados aos oriximinaenses, uma vez que isso teria ocorrido quando ele era prefeito de Oriximiná, no início da década de 60; de Anthymio Wanzeller Figueira (Grouxy), publicado no livro “Oriximiná.  Ed. Brasil – América, 1994”,e de João Walter Tavares, publicado em “Inventário Cultural, Social, Político e Econômico de Oriximiná. Prefeitura Municipal de Oriximiná, 2006”, sobre a fundação de Oriximiná.

Apresentamos também o texto do jornalista Lúcio Flávio Pinto intitulado “O minério está acabando. O que fazer em Oriximiná?, publicado originalmente em www.adital.org.br, em 21.08.06, mas que continua atual e muito instigante, na medida em que nos convida a refletir sobre o que será da Oriximiná pós-Mineração Rio Norte e sobre as políticas que estão sendo adotadas para fazer face a essa preocupante situação.

É oportuno ressaltar que o Espoca Bode não tem fins lucrativos. No entanto, é óbvio que há custos para manter a página e, para não sucumbirmos logo mais adiante por falta de recursos, oferecemos a possibilidade de que colaboradores e parceiros possam exibir propaganda de suas firmas por meio de banners em formato 120 x 60 pxl. Com isso, esperamos obter recursos para pagar as despesas com internet tanto em Belém como em Oriximiná, bem como remunerar nossos colaboradores fixos em Oriximiná e manter a página permanentemente atualizada.

Finalmente, devo lembrar que nas férias do final do ano de 1976, eu e mais o Dr. Geraldo Ferreira, Oly Preste, Iran Souza e colaboradores eventuais como João Bôsco Almeida, fizemos circular em Oriximiná um jornalzinho mimeografado chamado “O Espoca”, que constituiu, portanto, o embrião deste informativo eletrônico. Não tive o cuidado de guardar um exemplar sequer deste jornalzinho e ficaria imensamente feliz se alguém pudesse me presentear com um exemplar para copiar e arquivar.

Grande abraço,
João Guerreiro

O Espoca Bode espera por sua contribuição!

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