O FUNDADOR
Descendente da tribo indígena Uaboys, que habitava a região do Alto Rio Nhamundá, as proximidades da Serra da Lua, no Município de Faro, Jose Nicolino de Souza foi dado a adoção da família Queiroz de Souza, quando contava 10 anos de idade, tendo nascido em 10 de agosto de 1836.
Iniciou seus estudos no Colégio São Jose, na cidade de Óbidos, e sendo dotado de grande inteligência se mostrou interessado em seguir a carreira sacerdotal no que foi apoiado pelo Bispo Dom Antonio de Macedo Costa, que tomou a iniciativa de mandá-lo para a Franca, tendo feito seus estudos preparat6rios no Seminário de Serigueux, e depois no de Aire, onde concluiu o curso de Teologia.

Quando fazia seus estudos teológicos no Seminário de Aire, Jose Nicolino teve a oportunidade de conhecer alguns manuscritos que Ihe foram mostrados pelo Padre Reitor desse educandário, redigidos em Latim pelos Missionários da Companhia de Jesus, onde estava registrado o itinerário de uma expedição exploradora feita desde o Orenoco ate o Prata. Esse documento dava noticia da existência de extensos campos naturais ao Sul 46 da Cordilheira de Tumucumaque, muito propícios ao desenvolvimento da criação de gado.
Ha quem mencione também os vestígios de indicações sobre a existência de uma Igreja de ouro maciço, o em algum ponto do itinerário traçado pelos exploradores, na parte ma is densa da floresta que se entende entre o vale do Cumina e a faixa de terras que demanda aos campos gerais. Mas, pelo que se sabe o Padre Jose Nicolino nunca revelou o conhecimento dessa noticia. De volta ao Brasil, ordenado Presbítero, foi lecionar no Seminário Menor, em Belém. Algum tempo depois, a seu pedido, foi dispensado do magistério que exercia no Seminário e nomeado vigário de Monte Alegre, e em seguida de Óbidos, por volta de 1875, quando tinha 39 anos de idade.

A FUNDAÇÃO
Em junho de 1877, o jovem Padre, sabedor da existência dos grandes mocambos espalhados pelo extenso Vale do Trombetas e seus afluentes, onde viviam ha muito tempo os negros escravos fugidos provavelmente de Gurupá e do Xingu, decidiu ent30 lançar-se em aventura por essas terras desconhecidas com a intenção de pregar a mensagem do evangelho entre os seus habitantes alem, naturalmente, de tentar desbravar a in6spita regi30 em busca dos tais campos gerais de que tivera noticia na Francia. Era o dia 12 de junho, desse ano de 1877, quando Jose Nicolino chegou a parte de terras firmes, na margem esquerda do Rio Trombetas, em frente a foz do Rio Nhamunda. Ali já encontrou um pequeno povoado em formação, com uns poucos moradores, entre os quais o comerciante Carlos Ma ria Teixeira, português da cidade do Porto, que chegou a regi30 por volta de 1872, instalando naquele lugar um ponto de comercio, onde agenciava a compra de castanha e de outros produtos nativos muito abundantes naquela localidade. Ainda na tarde daquele dia de sábado, contando com a ajuda dos que lhe acompanhavam e de moradores do povoado, o Padre Jose Nicolino dedicou-se ao trabalho de limpeza do terreno que a comunidade havia escolhido para a construc30 de uma capela e marcou simbolicamente o local com uma cruz que ele mesmo fez quest30 de erigir (nesse mesmo lugar atualmente esta edificada a Escola Lameira Bitencourt).
Na manhã do dia seguinte, domingo, 13 de junho de 1877, aos pés daquela cruz, foi rezada a missa de ação de graças em louvor da comunidade. Sendo aquele dia consagrado a Santo Antonio, o Padre Nicolino achou por bem batizar o lugar com o nome de SANTO ANTONIO DE URUÁ-TAPERA ou MURA-TAPERA. Nome que provavelmente tenha alguma relação com os vestígios de uma taba indígena que teria sido encontrada naquelas imediações.
Cinco dias depois, feitos os preparativos e tendo mais a companhia de alguns negros da localidade que se dispuseram a segui-lo na viagem, a expedição subiu o Rio Trombetas, seguindo o itinerário traçado pelos Missionários da Companhia de Jesus, entrando pelo Cuminá ate o Rio Erepecuru e por este continuou a viagem ate encontrar a Cachoeira da Pancada. Dai em diante, seguindo a trilha do rio e transpondo outras cachoeiras chegaram ao Igarapé chamado Santa Luzia em cujas imediações estava formado o Mocambo Santa Luzia, e mais acima ainda, depois da Cachoeira do Mel, encontraram o Mocambo do Torino. Nesse primeiro contato os negros escravos disseram ao padre que tinham relações de amizade com os índios Pianacotos, habitantes da região, e que com eles já haviam feito excursões pela floresta, atravessando os campos gerais e chegando ate a vertente meridional do Tumucumaque, onde os holandeses de Suriname costumavam vir ao encontro deles (índios) para comerciar. Animado com essa noticia e tendo como guias dois negros do Mocambo, o Padre e sua comitiva continuaram a caminhada ate que alcançaram uma parte de planície que se estendia em todas as direções ate perder de vista. Admirado com aquela vastidão de terras de escassa vegetação, mas de muita fartura em pastagens que pareciam não ter fim, Jose Nicolino pode então comprovar a exatidão da descrição contida no manuscrito dos missionários. Chegara finalmente aos campos gerais.
A segunda expedição, realizada em 1881, foi organizada com o fim de traçar o rumo de um caminho mais bem definido, através da floresta, no trajeto que seguia desde a margem do Erepecuru ate aos campos gerais, diminuindo a distancia e evitando os trechos mais difíceis de serem transpostos, principalmente as grandes depressões que se formam na parte setentrional da região, e as cachoeiras que se multiplicam ao longo dessa direção. Mas dessa vez os esforços foram em vão e diante das dificuldades que não puderam ser superadas a expedição resolveu desistir no meio da viagem, voltando ao povoado de Santo Antonio de Uruá-Tapera.
No ano seguinte uma nova tentativa foi feita, prosseguindo a exploração do ponto em que havia sido interrompida na viagem anterior. Já tinham se passado 11 dias desde o inicio da caminhada através da densa floresta quando surgiram os primeiros vestígios da presença dos Pianacot6s, o que significava que a expedição estava no rumo certo. Mas na manha do décimo terceiro dia o padre Jose Nicolino se sentiu mal e a viagem foi interrompida. Cinco dias se passaram ate que, mais ou menos às 4 horas da tarde do dia 12 de outubro daquele ano de 1882, apos muito padecimento com febre e tremores no corpo, o padre Jose Nicolino veio a falecer.
Consta do Anuário da Prelazia de Óbidos (1957-1982) intitulado "Caminhando Libertando", a menção de que os restos mortais do Padre Jose Nicolino de Souza, depois de enterrados no próprio local de sua morte, foram exumados e transportados para o Povoado de Santo Antonio de Urua-Tapera, sendo inumados na capelinha por ele mesmo construída, e dai, anos depois, conduzidos para a Igreja Matriz de Santo Antonio, onde se encontram.

O POVOADO SE TRANSFORMA EM MUNICÍPIO
Nos nove anos que se seguiram a sua fundação (13 de junho de 1877), o povoado experimentou uma significativa evolução, despertando a atenção das autoridades do Estado. Tanto que o Presidente da Província do Para, Dr.Joaquim da Costa Barrada, pela Lei n° 1.288, promulgada em 11 de dezembro de 1886, determinou a sua elevação à categoria de freguesia, passando a se chamar Freguesia de Santo Antonio do Uruá-Tapera. Esse foi o passo decisivo para o desenvolvimento do lugarejo. Daí por diante, o aglomerado populacional cresceu e se organizou alcançando rapidamente certa notoriedade no cenário político do Estado, tendo disso resultado a Lei n° 174, baixada pelo Governador Lauro Sodré, com data de nove de junho de 1894, que transformou a freguesia em Vila, já com o nome de Oriximiná. Logo em seguida foi criado o Município com o mesmo nome, que foi instalado no dia 5 de dezembro de 1894, sendo nomeado para seu primeiro prefeito o Sr. Pedro Carlos de Oliveira. Esse fato memorável foi registrado na Ata de Instalação datada de cinco de dezembro de 1894, onde se lê:
“Ata de Instalação do Município de Oriximiná e posse da Intendência Municipal”.
Aos cinco dias do mês de Dezembro do ano do nascimento de nosso Senhor Jesus Cristo de mil oitocentos e noventa e quatro, nesta Vila de Oriximiná, às nove horas da manha em casa de propriedade de Clemente Batista Ramos, destinada provisoriamente para o Passo Municipal desta Vila, presente o Intendente Municipal de Óbidos, cidadão Porfírio José dos Reis, o Intendente eleito deste Municipio Alferes Pedro Carlos de Oliveira e os vogais igualmente eleitos Jose Cavalcante Rodrigues de Souza, Greg6rio Jose de Araújo, Manoel Henrique Ferreira e Francisco do RegoTavares, alem de grande numero de outros cidadãos. Ocupando Intendente Municipal de Óbidos a cadeira da Presidência e tomando assento a sua direita o Intendente eleito deste Municipio Alferes Pedro Carlos de Oliveira, ocupando as demais cadeiras os vogais eleitos, foi pelo Intendente Municipal de Óbidos, lida a Lei n° 174, de nove de junho de 1894, que determinou a elevação a Municipio com a denominação de Oriximiná, da Freguesia de Urua-Tapera, criada pela Lei n° 1.278, de 11 de dezembro de 1886. Freguesia esta iniciada em 13 de junho de 1877 pelo Reverendo Padre Jose Nicolino de Souza com a colaboração do cidadão Jose Joaquim de Figueiredo (ambos falecidos). Depois do que, convidou o referido Intendente Municipal de Óbidos, oseleitos, intendente e vogais para prestarem seus compromissos, tendo em seguida os declarados empossados em suas funções. Ocupando a cadeira da Presidência o Intendente deste Municipio Alferes Pedro Carlos de Oliveira, ofereceu a cadeira a sua direita ao Intendente Municipal de Óbidos e tomando seus respectivos lugares os vogais, declarou solenemente instalado o Municipio de Oriximiná, fazendo nessa ocasião um retrospecto da historia de sua criação no que foi bastante aplaudido pelos presentes, com grande manifestação de prazer, e nesse mesmo instante subiram ao céu muitas girândolas de foguetes. E de tudo para constar eu Jose Carvalho Sobrinho, Secretario da Intendência Municipal de Óbidos, lavrei esta ata que vai assinada pelos intendentes de Óbidos e de Oriximiná, pelos vogais deste Municipio, pelos funcionários presentes e demais cidadãos.”.
Assinaturas: Porfírio Jose dos Reis, Pedro Carlos de Oliveira, Jose Cavalcante Rodrigues de Souza, Gregório Jose de Araújo, Manoel Henrique Ferreira, Francisco do Rego Tavares, Jose Carvalho Sobrinho, Jose Clementino de Figueiredo, Jose Mendes de Castro, Antonio de Souza Azevedo, Basílio Penha de Franca, Carlos Maria Teixeira, Geraldo Auzier Bentes, Benedito Jose da Silva, João Caetano Tavares Eleutério, Jose Vieira dos Santos, Francisco de Abreu Bentes, Antonio Penha de Franca, Ozório Carlos de Oliveira.

A EXTINÇÃO DO MUNICÍPIO
Quase seis anos depois da festejada instalação, quando parecia que o Municipio já havia consolidado a sua autonomia política tendo a administrá-lo o Prefeito Manoel Ferreira, que fora nomeado para suceder o Senhor Emídio Martins Ferreira, sucessor de Pedro Carlos de Oliveira, o Dr. Paes de Carvalho, Governador do Estado, influenciado por opiniões contrarias aos interesses dos oriximinaenses, se valeu da Lei n° 729, de três de Abril de 1900, para decretar a sua extinção, dividindo o seu território entre Faro e Óbidos, cabendo a Óbidos, no fim de tudo, a administração total desse legado.

A EMANCIPAÇÃO DEFINITIVA
Inconformados com o inesperado percalço,o os oriximinaenses puseram-se á luta, tentando de todas as formas restabelecerem a emancipação perdida. Apesar do empenho desmedido com que perseguiram tal objetivo, essa situação durou por mais de trinta anos, ate que em 22 de marco de 1933, o Major Joaquim de Magalhães Cardoso Barata, interventor do Para, sensibilizado pelos veementes apelos dos políticos locais resolveu criar a Sub-Prefeitura de Oriximiná, que foi oficialmente instalada em quatro de junho desse mesmo ano de 1933, conforme consta da Ata de instalação, que tem o seguinte teor:
"Ata de instalação da Sub-Prefeitura Municipal de Oriximiná e posse do seu Sub-Prefeito.
Aos quatro dias do mês de junho do ano de mil novecentos e trinta e três, nesta Vila de Oriximiná, Municipio de Óbidos, Estado do Para, às quatro horas da tarde (dezesseis horas), em casa situada a Travessa Carlos Maria Teixeira, sem numero, destinada para nela funcionar a Sub-Prefeitura desta Vila, presente o Senhor Coronel Adolfo Valente Gonçalves, Prefeito Municipal de Óbidos, os Senhores Dr. Antonio Laureano Diniz, Juiz substituto do 4° Distrito Judiciário da Comarca de Óbidos; Helvécio Imbiriba Guerreiro, Sub-Prefeito nomeado; Antonio Imbiriba Guerreiro, Adjunto de Promotor Publico; Francisco Antonio Colares, Comissário de Policia; Enéas de Mendonça Cavalcante, Tabelião local, e crescido numero de pessoas gradas. Assumindo a presidência da sessão solene o Senhor Coronel Adolfo Valente Gonçalves, Prefeito Municipal de Óbidos, apos a abertura dos trabalhos declarou instalada a Sub-Prefeitura Municipal de Oriximiná e, ato seguinte, empossou no cargo de Sub-Prefeito desta Vila o Senhor Helvecio Imbiriba Guerreiro, conforme os termos do Decreto n° 137, de 28 de maio de 1933, assinado pelo Interventor Federal do Estado, Major Joaquim Magalhães Cardoso Barata. Em seguida o Senhor Coronel Prefeito de Óbidos congratulou-se com os presentes pelo ato solene de posse, passando a palavra ao Sr. Helvecio Imbiriba Guerreiro, Sub-Prefeito, que em breve discurso agradeceu a confiança que lhe foi depositada pelo Senhor Major Interventor garantindo o empenho de todos os seus esforços no sentido de corresponder a tão honrosa deferência. E como nada mais houvesse a tratar, o Senhor Presidente declarou encerrada a sessão mandando lavrar a presente ata que depois de lida e aprovada, vai por todos assinada. Eu, Inocêncio Farias, Secretario da Prefeitura Municipal de Óbidos a escreveu, subscrevo e assino".
Assinaturas: Adolfo Valente Gonçalves, Helvécio Imbiriba Guerreiro, Antonio Laureano Diniz, Antonio Machado Imbiriba, Francisco Antonio Colares, Antonio Imbiriba Guerreiro, Enéas Mendonça Cavalcante, Antonino Bentes de Oliveira Guimarães, Braz Miléo, Alfredo Pinto, Pedro Azevedo dos Santos, Luiz Briglia, Raimundo Carvalho Ribeiro, Mozart da Rocha, Pedro Oliva, Vicente Sarubi, Leôncio Alves de Souza, Braz Nicolau Miléo, Manoel Rosalino da Silva, Luiz Vieira Maia, Maria Jose Colares, Adélia do Brasil Figueira, Dolores Silva, Vitória Cardoso Maia, Inocêncio Farias.

Logo depois da instalação da Sub-Prefeitura, convencido das possibilidades de desenvolvimento da localidade, o próprio Interventor Magalhães Barata tomou a iniciativa de restabelecer a sua emancipação definitiva, recompondo a sua estrutura física e administrativa através do Decreto Lei n° 1.442, de 24 de Dezembro de 1934. E no dia 10 de Janeiro de 1935 foi instalado o Municipio e empossado o seu prefeito. Fato esse que esta registrado na ata de instalação que tem a seguinte redação:
“Ata da sessão solene de instalação do Municipio de Oriximiná, e posse do seu primeiro Prefeito, cidadão Helvécio Imbiriba Guerreiro”.
Aos dez dias do mês de Janeiro de mil novecentos e trinta e cinco, às onze horas da manha, na sala nobre do prédio da Sub-Prefeitura Municipal de Oriximiná, situado a Travessa Coronel Alexandre de Souza, nesta Vila de Oriximiná, comarca de Óbidos, Estado do Para, presentes: o Doutor Antonio Pimenta de Magalhães, Prefeito Municipal de Óbidos e representante no ato de sua Excelencia o Senhor Interventor Federal no Estado, Major Joaquim Magalhães Cardoso Barata; o Senhor Helvécio Imbiriba Guerreiro, Prefeito nomeado para o Municipio; o Doutor Antonio Laureano Diniz, Juiz substituto deste termo judiciário; Frei Ricardo Havertz, vigário da Paróquia; representante do Oitava Bateria da Costa, da imprensa e grande massa popular, teve lugar à sessão solene de instalação do Municipio de Oriximiná e posse do seu primeiro prefeito. O senhor Doutor Antonio Pimenta Magalhães, presidente da mesa, abriu os trabalhos e apos breve, mas eloqüente e expressivo discurso declarou oficialmente instalado o Municipio, e em nome do senhor Interventor Magalhães Barata, deu posse ao senhor Helvécio Imbiriba Guerreiro no cargo de Prefeito Municipal, tudo de acordo com os termos do Decreto n° 1.442, de 24 de Dezembro de 1934, que cria o Municipio e estabelece os seus limites territoriais. Anunciada a posse, que foi recebida sob prolongada salva de palmas, usaram da palavra os Doutores Antonio Laureano Diniz e Abelardo Estevam da Costa Cruz, e mais os senhores Enéas de Mendonça Cavalcante, o Professor Jose Barroso, representante da imprensa obidense, e o Prefeito Helvécio Imbiriba Guerreiro, cujos discursos foram todos muito aplaudidos. Durante a solenidade, por ocasião dos discursos e ao ser esta encerrada, foram erguidos vários entusiásticos vivas a pessoa de Sua Excelência, o Senhor Major Interventor Federal no Estado, vivas que eram recebidos sob calorosa manifestação de aplausos. As doze e meia horas foi encerrada a sessão pelo Presidente Doutor Antonio Pimenta Magalhães. E como nada mais houvesse a tratar, para constar, lavrei a presente ata, a qual, depois de lida e achada conforme, vai assinada por todos. Eu, Enéas Mendonça Cavalcante, Tabelião do 2° Oficio da Comarca de Óbidos, servindo de Secretario, a escrevi.
"Assinaturas: Antonio Pimenta de Magalhães, Helvécio Imbiriba Guerreiro, Abelardo Estevam da Costa Cruz, Frei Ricardo Havertz, Pacifico Leão da Costa, Jose Barroso Foster, Jose Rodrigues de Carvalho, Demóstenes Imbiriba Guerreiro, Antonio Laureano Diniz, Antonio Figueira, Otavio Bentes Guimarães, Antonio Machado Imbiriba, Raimundo Imbiriba Guerreiro, Francisco Antonio Colares, Pedro Imbiriba Guerreiro, Dionísio Bentes de Oliveira Guimarães, Ovídio Marinho, Cláudio Bacelar, Filomeno Grandal, Enéas Mendonça Cavalcante.

João Walter Tavares. In: Inventário Cultural, Social, Político e Econômico de Oriximiná. Prefeitura Municipal de Oriximiná, 2006.