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Histórico de Oriximiná

Localizado no oeste do Pará, Oriximiná tem aproximadamente 59 mil habitantes e é o segundo maior município do Estado em extensão territorial (107.604,4 quilômetros quadrados). O desbravamento da cidade, banhada pelo rio Trombetas, ocorreu em 1877, pelo padre José Nicolino de Souza.

Em 9 de junho de 1894, no governo de Lauro Sodré, a região – antes chamada de Uruá-Tapera, foi elevada à categoria de vila, já com o nome de Oriximiná, e instalada como município, no dia 5 de dezembro do mesmo ano, tendo nomeado para prefeito, Pedro Carlos de Oliveira.

Com a Lei nº 729, de 3 de abril de 1900, no governo de Paes de Carvalho, por motivos políticos, Oriximiná foi extinto. Seu território deveria ser dividido entre os municípios de Faro e Óbidos, o que, na realidade não aconteceu, pelo fato de o município ficar anexado somente ao de Óbidos.

A anexação a Óbidos freou o desenvolvimento de Oriximiná. Em 24 de dezembro de 1934, com a Lei nº 1.442, o município reconquistou sua autonomia com um território menor do que aquele criado na época do governo Lauro Sodré.

A palavra Oriximiná é de origem indígena, de procedência tupi, que significa “o macho da abelha”, o zangão. No entanto, Frei Protásio Frinckel, conhecedor da região e de seus diversos núcleos de habitante siniciais, inclina-se pela derivação de Eruzu-M’Na. que significa “muitas praias”.

   Dados gerais do município

Ano de Instalação: 1934
Microrregião: Óbidos
Mesorregião: Baixo Amazonas
Altitude da sede: 46 m
Distância à capital: 818.4659 Km
Municípios limítrofes: Óbidos, Faro, Terra Santa e Juruti.
IDH: 0.717 (Atlas de Desenvolvimento Humano/PNUD - 2000)

Fotos: Prefeitura de Oriximiná. Texto com informações da Prefeitura de Oriximiná.

 

Espoca Bode: a origem

João Augusto Oliveira (ex-prefeito de Oriximiná) http://joaoaugustooliveira.zip.net/

Os municípios do baixo Amazonas sempre primaram pelo fabrico de especial farinha de mandioca. Mas a que era importada de Belém, que lá chegava adquirida por castanheiros, seringalistas, etc. para abastecer os extratores que trabalhavam na mata, os quais não dispunham de opções, deixava muito a desejar. Era por nós conhecida como farinha seca. "Ruim" mesmo, só consumida em raras ocasiões, na falta absoluta da nossa.
Ocorre que, nos primeiros anos da década de 60, a região experimentou uma das maioresestiagens. Em Oriximiná, então, não chovia quase nada. Logo a safra da mandioca passou a ser aquém das nossas necessidades, com o que a produção da saborosa farinha foi duramente atingida, causando sérios problemas à alimentação da população.

 
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