Opinião

Expedição Alemã ao Jari

Expedição Alemã ao Jari

Por Hiram Reis e Silva (*), Bagé, 23.11.2019

Cruz de Greiner - Gente de Opinião

Imagem 01 ‒ Cruz de Greiner

No livro Descendo o Amazonas ‒ Tomo III comentei que os repórteres da “Revista Manchete”, n° 1.422, de 21.07.1979 encontraram, em um pequeno cemitério no Jari, uma cruz tombada, com uma suástica, marcando o local onde fora enterrado o alemão Joseph Greiner, membro de uma “Expedição Científica Germânica” à região amazônica, que ali falecera em 02 de janeiro de 1936. Vamos reproduzir, atendendo pedido de um dileto amigo, na íntegra, três interessantes artigos publicados pela mídia nacional a respeito da reais intenções da expedição nazista que, na década de 30, passou desapercebida pelos editores da “Gazeta de Notícias” e do “Correio Paulistano”, mas que, anos mais tarde, mereceria especial atenção da Revista Super Interessante apresentando-nos a manobra maquiavélica arquitetada nos subterrâneos da cúpula nazista.

 

O desenvolvimento da Amazônia

http://www.quilombo.org.br/#!Hidroeltricas-em-Estudo/zoom/c1jy5/imagey3m

Ministros de Estado foram a Tiriós (PA) para tratar com lideranças locais da construção de uma ponte que ligará as duas margens do Rio Amazonas no município de Óbidos (PA), de uma usina hidrelétrica no Rio Trombetas, em Oriximiná (PA), e da extensão do trecho da BR-163 que liga Cuiabá (MT) a Santarém (PA) até a fronteira do Brasil com o Suriname.

 

A ameaça da febre amarela

Número elevado de casos e mortes da doença neste verão traz de volta o temor de uma epidemia urbana no Brasil

Revista Pesquisa FAPESP - MARCOS PIVETTA | ED. 253 | MARÇO 2017

Mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes...

Mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes (foto)…

No século XXI, o avanço da globalização de pessoas e de mercadorias, o desmatamento e a erosão das fronteiras entre a zona rural e a urbana e a presença de grandes contingentes populacionais não imunizados parecem ter criado um ambiente favorável para o recrudescimento de epidemias de febre amarela. Até recentemente, a doença, que tem uma vacina eficiente desde os anos 1930, era vista como sob controle ou restrita a regiões endêmicas dos dois continentes em que ocorre, a porção subsaariana da África, uma das áreas mais pobres do mundo, e rincões da América do Sul, geralmente as calhas dos rios Amazonas e Orinoco, ou o Centro-Oeste do Brasil. A eclosão de epidemias recentes dos dois lados do Atlântico trouxe de volta a febre amarela ao debate internacional sobre saúde pública.

 
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