Opinião

Para os que qurem dividir meu Pará

Circula na internet texto atribuído à jornalista Ruth Rendeiro, que de Ribeirão Preto – SP, sentindo esse cheiro de PARÁ fervendo, resolveu escrever um pouco de sua história, de nossa história e de tantos “papa-chibé” que estão espalhados por esse mundão. Vejam o que ela nos canta.

Sou da terra onde a Lobrás se chamava “4 e 4” e se ia lá pra comprar “fecho éclair” e trocar aquele que "escangalhou" na velha calça que fica no “redengue”. No rumo da Presidente Vargas uma parada para... a merenda no Jangadeiro: garapa e pastel eram os meus preferidos, mesmo que eu me sentisse depois "empanturrada", com vontade de “bardear” dentro do ônibus Aero Clube. Às vezes o “piriri” era inevitável. Mal dava tempo de chegar em casa. 

 

Das Glórias de Um Tambaqui

Fernando Jares 

“A pirapitinga e o tambaqui são bonitos peixes que podem ter mais de 60cm de comprimento, com 30 de altura e 10 a 12 de espessura. O primeiro tem a carne mais delicada, mas o segundo é mais abundante, de agosto a setembro. Pesca-se o tambaqui nos lagos e nos rios, com “espinhel”, linha comprida esticada horizontalmente entre duas varas e da qual pendem, de espaço a espaço, outras linhas curtas munidas de anzoes”.
Paul Le Cointe, no livro “O Estado do Pará – a terra, a água e o ar”, 1945
É dessa forma que o naturalista francês Paul Le Cointe apresenta esses dois peixes em um de seus clássicos livros sobre a Amazônia: “O Estado do Pará – a terra, a água e o ar”, em que o cientista estuda o meio físico paraense em sua totalidade. Foi escrito na primeira metade do século passado. Tenho a edição, ilustrada, da Companhia Editora Nacional, que teve o apoio do governador Magalhães Barata para se tornar realidade impressa. Esse Le Cointe foi fundador da primeira Escola de Química, no Pará, em 1920. O livro deu-me o meu pai, há muitos anos. Por sinal, papai estudou exatamente nessa escola, onde se formou em químico industrial.
Mas esse papo todo é pra falar de tambaqui. Falar não, melhor, mostrar um tambaqui. Sumano, óia este um:

 

Crônicas sobre o Separatismo (Parte 4)

Discutindo alguns dados econômicos, a questão do ICMS
Eduardo José Monteiro da Costa
Com a proximidade do plebiscito cada vez mais aumenta o interesse pelo tema do separatismo e como em qualquer campanha números e dados estão sendo constantemente apresentados por “especialistas” com o objetivo de sustentar ou desconstruir as teses pró e contra o separatismo. É uma eleição como qualquer outra. Neste ponto, as informações muitas vezes são manipuladas e os dados torturados para se tentar extrair deles aquilo que corrobore com os seus objetivos.

 
<< Início < Anterior 31 32 33 34 35 36 37 Próximo > Fim >>

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL