Opinião

E quando a bauxita acabar?

No final dos anos 30 apareceu, em Oriximiná, o cidadão norueguês Knudsen, que era naturalista, isto é, tinha formação acadêmica acerca da natureza: terra, vegetais e animais.

O então prefeito Helvécio Guerreiro teve a ideia de mantê-lo em Oriximiná; para isso abriu, com ele, um pequeno negócio de plantação de orquídeas para que ele tivesse do que viver. As catleias do Largo da Pólvora, em Belém, foram plantadas por Knudsen.  A contrapartida era que ele, Knudsen, ensinasse os rudimentos de agricultura aos jovens. Mas para que isso?

 

Complicações amorosas

Acabo de ler uma recente decisão proferida no Superior Tribunal de Justiça distinguindo a categoria “namoro qualificado” daquela denominada “união estável”. É parte, creio, da profunda transformação que a família, enquanto unidade social, está passando, o que envolve, também, diversas categorias de relacionamento a dois.

 

Democracia

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Desculpe-me o leitor a ausência, mas adoeci. E tudo o que escrevi nas últimas duas semanas refletiu isso – crônicas rabugentas, impublicáveis. Foi gripe, claro: o Ministério da Saúde ainda não conseguiu entender que o Brasil é plural, e manda vacinas para cá sempre depois do surto viral que bota meia Belém mergulhada em tosses e espirros.

Claro também que eu não vou tomar essa vacina, que é da gripe passada. E como eu, muitas pessoas, embora depois as autoridades achem que é mera resistência à vacina...

 
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